A Libertadores da América sempre foi um palco de histórias épicas, viradas improváveis e ídolos eternizados. Ao longo de mais de seis décadas, a competição formou uma verdadeira galeria de gigantes do continente. E, justamente por isso, quando alguém fala em maiores campeões da Libertadores, logo surgem discussões, rankings e lembranças de campanhas lendárias.
Aqui, você vai encontrar um guia completo e atualizado para entender quem realmente domina esse torneio tão disputado.
Além disso, prepare-se: cada clube desta lista traz uma trajetória cheia de marcas históricas, confrontos emblemáticos e títulos que mudaram a história do futebol sul-americano.
Com curiosidades, contexto e muitas informações extras, você vai entender por que esses times se consolidaram como os verdadeiros campeões da Libertadores que moldaram gerações.
Então, considerando o número de vice-campeonatos como critério de desempate, confira a seguir quais são os 10 maiores campeões da Libertadores na história da competição.
10 Atlético Nacional – 2 títulos e 1 vice

A equipe de Medellín sempre apresentou um estilo vibrante, técnico e muito intenso, além de contar com jogadores que marcaram época, como René Higuita.
Aliás, o título de 1989 virou símbolo da ousadia do futebol colombiano, especialmente pela forma como o Nacional dominava jogos em casa e fora.
Já a campanha de 2016 consolidou uma nova geração, com um time rápido, inteligente e muito bem treinado.
Além disso, o clube quase ampliou sua galeria de títulos em 1995, quando chegou ao vice-campeonato após outra campanha muito forte.
Esses resultados reforçam a tradição do Atlético Nacional em fases decisivas e sua presença frequente entre os times mais competitivos do continente.
Por isso, quando o assunto é Libertadores, dificilmente alguém esquece do poder e da história do Verdolaga.
10 Internacional – 2 títulos e 1 vice

O Colorado apresentou elencos muito competitivos, com jogadores decisivos e partidas que entraram para a história do Beira-Rio.
Além disso, a forma como o Inter controlou jogos importantes, tanto em casa quanto fora, mostrou o quanto o clube estava preparado para enfrentar qualquer adversário do continente.
Mesmo com o vice-campeonato em 1980, o Internacional deixou claro que sempre briga entre os grandes e que sua camisa pesa em mata-matas sul-americanos.
A identidade forte, o apoio intenso da torcida e a tradição de montar elencos corajosos fazem do Inter um dos clubes brasileiros com mais impacto na competição.
Assim, sua presença nesta lista reforça o equilíbrio e a força dos representantes nacionais na Libertadores.
9 Cruzeiro – 2 títulos e 2 vices
O Cruzeiro aparece entre os maiores campeões da Libertadores por causa de seu estilo ofensivo e campanhas históricas que marcaram gerações.
Logo em 1976, o time mostrou ao continente que tinha força para dominar, especialmente com um elenco que unia técnica e intensidade.
Aliás, a final daquele ano contra o River Plate virou um clássico da competição, já que foi decidida somente em um jogo extra no Chile, com direito a gol de falta inesquecível de Joãozinho.
Além disso, a equipe daquela época ficou conhecida pela criatividade no ataque e pela capacidade de decidir partidas grandes.
Depois, em 1997, o Cruzeiro repetiu o roteiro heroico e levantou sua segunda taça, desta vez superando o Sporting Cristal em uma campanha marcada pela regularidade e por atuações seguras no Mineirão lotado.
No entanto, o clube também viveu momentos amargos ao perder as finais de 1977 e 2009, ambas cercadas de muita expectativa.
Mesmo assim, a Raposa manteve sua imagem de time copeiro, sempre lembrado por suas viradas épicas e pela tradição celeste no cenário sul-americano.
8 Santos – 3 títulos e 2 vice
O Santos se coloca com destaque entre os maiores campeões da Libertadores, principalmente porque dominou o continente já na década de 60 com um dos maiores times da história.
Em 1962 e 1963, a equipe liderada por Pelé, Coutinho e Pepe fez história ao apresentar um futebol extremamente ofensivo e inovador.
Além disso, o Santos viajou por vários países, encantou torcidas rivais e reforçou a ideia de que jogava um futebol muito à frente de seu tempo. Aqueles títulos transformaram o clube em sinônimo de magia, velocidade e gols.
Muitos anos depois, em 2011, o Santos mostrou novamente sua força ao conquistar o tricampeonato.
Com Neymar, Ganso e Elano comandando um time jovem e criativo, o Peixe brilhou com dribles desconcertantes e goleadas inesquecíveis.
Embora tenha perdido a final de 2003 para o Boca Juniors, o clube reforçou seu peso histórico na competição, além da final disputada contra o Palmeiras em 2020.
Hoje, sempre que alguém cita times com alma de ataque, tradição e estrela própria, o Santos surge naturalmente como protagonista no cenário da Libertadores da América.
8 Grêmio – 3 títulos e 2 vices
O Grêmio aparece constantemente entre os grandes do continente, e não é por acaso: o clube criou uma identidade extremamente forte dentro da competição.
Desde o primeiro título em 1983, quando Renato Gaúcho se tornou um verdadeiro ícone gremista, o Tricolor mostrou que sabia competir como poucos.
Além disso, nesse período, o Grêmio ficou conhecido por seu jogo de imposição física, organização defensiva e explosão nos contra-ataques.
Já em 1995, com Felipão no comando, o clube repetiu a fórmula e ergueu sua segunda taça.
Depois, em 2017, o Grêmio encantou o continente mais uma vez com um futebol moderno, envolvente e extremamente técnico.
O time de Luan, Arthur e Geromel dominou praticamente toda a campanha e deixou claro que estava preparado para competir em qualquer estádio da América.
Entretanto, o clube também viveu decepções em 1984 e 2007, quando bateu na trave e ficou com o vice.
Mesmo assim, o Tricolor sustentou sua reputação de equipe copeira, sempre pronta para surpreender e disputar título.
7 Nacional – 3 títulos e 3 vices
O Nacional entra com autoridade entre os maiores campeões da Libertadores, especialmente porque sua história mistura tradição, disciplina e regularidade impressionante.
O clube conquistou sua primeira taça em 1971, em uma época de muito equilíbrio no futebol sul-americano. Depois, em 1980 e 1988, o Nacional manteve sua força com times extremamente competitivos e uma base bem montada.
Além disso, essas campanhas ficaram marcadas pelo estilo aguerrido típico dos uruguaios e por uma torcida apaixonada que sempre empurrou o time nos jogos em Montevidéu.
Por outro lado, o Nacional também chegou perto de ampliar sua coleção de títulos nas finais de 1964, 1967 e 1969.
Mesmo sem levantar a taça nessas ocasiões, o clube mostrou presença constante entre as grandes forças do continente, o que reforça sua posição histórica dentro da competição.
Até hoje, o Nacional se mantém como uma equipe respeitada e tradicional, famosa pela determinação em campo e por revelar jogadores que fazem sucesso mundialmente.
7 São Paulo – 3 títulos e 3 vices
O São Paulo ocupa seu espaço entre os gigantes sul-americanos com uma história recheada de títulos e campanhas marcantes.
Inclusive, quando falamos em conquistas além do continente, o clube também aparece com destaque entre os 10 times com mais títulos internacionais do mundo, reforçando ainda mais seu peso no cenário global.
Em 1992 e 1993, o clube conquistou dois campeonatos seguidos com um futebol inteligente, organizado e comandado por Telê Santana, que montou uma das melhores equipes já vistas no futebol brasileiro.
Além disso, esses títulos trouxeram ao continente nomes que se eternizaram, como Raí, Cafu e Müller. Já em 2005, o Tricolor voltou ao topo com outro time memorável, cheio de personalidade e com um Rogério Ceni brilhante.
Além das conquistas, o São Paulo mostrou sua força nas finais de 1974, 1994 e 2006, quando ficou muito perto de aumentar sua coleção de troféus.
Entretanto, mesmo nessas campanhas que terminaram com o vice, o Tricolor reforçou sua imagem de time copeiro e acostumado a grandes decisões.
Assim, o clube permanece entre os nomes mais fortes da Libertadores, sendo admirado por sua consistência, sua tradição e pelo peso de sua camisa.
6 Palmeiras – 3 títulos e 4 vices
O Palmeiras solidificou seu nome entre os maiores campeões da Libertadores com campanhas extremamente consistentes, além de elencos fortes e de muita estratégia.
Aliás, não é só no torneio continental que o Verdão impõe respeito: o clube também é o maior campeão do Campeonato Brasileiro, o que reforça ainda mais a força da sua camisa no cenário nacional e internacional.
O primeiro grande triunfo veio em 1999, com um time que encantou pela força ofensiva e pelos jogos emocionantes.
Muito tempo depois, o clube voltou ao topo em 2020 e 2021, em um período de domínio absoluto no futebol continental.
Aliás, esse bicampeonato recente virou símbolo da nova fase palmeirense, marcada por estabilidade, profundidade de elenco e inteligência tática.
Embora tenha sofrido com quatro vices — 1961, 1968, 2000 e 2025 — o Palmeiras sempre chega com força e costuma disputar as fases finais.
A derrota para o Flamengo na final mais recente mostrou a intensidade da rivalidade brasileira no torneio, mas também reforçou o quanto o clube permanece competitivo ano após ano.
Com investimentos sólidos, estrutura de ponta e uma torcida que exige sempre mais, o Verdão continua entre os protagonistas da competição e dificilmente deixará esse posto.
6 Olimpia – 3 títulos e 4 vices
O Olimpia, do Paraguai, merece destaque entre os maiores campeões da Libertadores por sua tradição e pelo DNA copeiro que carrega.
Logo no fim dos anos 70, o clube quebrou certezas ao conquistar a competição em 1979, e depois repetiu o feito em 1990 e 2002, mostrando capacidade de renovação ao longo das décadas.
Além disso, o Olimpia costuma montar elencos com jogadores experientes e talentos locais que rendem partidas duras e muito competitivas; por isso, o time se tornou referência no Paraguai e um rival temido em mata-matas.
Aliás, o Estádio Manuel Ferreira transforma-se em um caldeirão nas noites de Libertadores, o que frequentemente vira diferencial nas decisões.
Por outro lado, o clube também acumulou quatro vices (1960, 1989, 1991 e 2013), o que revela sua regularidade: mesmo quando não leva o troféu, o Olimpia chega longe com frequência.
Ademais, curiosidades como a forte rivalidade com o Cerro Porteño e a tradição de revelar laterais e meias habilidosos ajudam a entender por que os torcedores celebram cada campanha continental.
Assim, quando falamos de história, garra e presença constante nas fases decisivas, o Olimpia aparece como um nome que não pode ficar de fora de nenhuma lista sobre os maiores da América.
5 Estudiantes – 4 títulos e 1 vice
O Estudiantes conquistou seu lugar entre os gigantes do continente com uma história extremamente curiosa e cheia de personalidade.
Afinal, o clube ficou mundialmente famoso por adotar um estilo de jogo tático e mentalmente forte, algo muito à frente da época.
Seus três títulos consecutivos — 1968, 1969 e 1970 — não surgiram por acaso; pelo contrário, foram fruto de uma equipe muito disciplinada, com jogadores como Verón (o pai) comandando o meio-campo e colocando o time como um verdadeiro pesadelo para adversários de toda a América do Sul.
Esses anos marcaram uma dinastia raríssima e quase impossível de repetir nos dias atuais.
Além disso, a quarta conquista, em 2009, foi especial porque trouxe à tona a força da tradição aliada a um elenco renovado.
Com Verón (o filho) liderando o time e uma estrutura muito organizada em campo, o Estudiantes derrotou o Cruzeiro em uma final emocionante no Mineirão.
Contudo, mesmo sendo vice em 1971, o clube já havia deixado claro seu poder competitivo.
Hoje, o Estudiantes segue como uma referência quando o assunto é disciplina, estratégia e protagonismo nas grandes competições sul-americanas.
5 Flamengo – 4 títulos e 1 vice
O Flamengo aparece mais forte do que nunca entre os maiores campeões da Libertadores, especialmente com a recente conquista de 2025 sobre o Palmeiras.
Antes de tudo, vale lembrar que o clube também possui a maior torcida do Brasil, e isso cria uma atmosfera simplesmente absurda em qualquer estádio onde o Rubro-Negro joga.
Esse quarto título reforçou uma das fases mais gloriosas da história rubro-negra, com elencos estrelados, jogadores decisivos e uma torcida que cria um ambiente único no Maracanã.
Além dos títulos de 1981, 2019 e 2022, a equipe mostrou que sabe se reinventar em diferentes gerações.
Aliás, o Flamengo costuma transformar qualquer jogo em um espetáculo, seja pela intensidade ofensiva ou pelos nomes que sempre chamam a atenção do continente.
Mesmo com um vice em 2021, o clube mostrou regularidade impressionante ao figurar entre os finalistas repetidas vezes.
Isso demonstra que o Flamengo não vive apenas de grandes momentos isolados, mas sim de uma estrutura forte, um planejamento moderno e uma camisa extremamente pesada.
Além disso, o Rubro-Negro se destaca por revelar talentos, contratar jogadores de impacto e sempre manter a ambição de dominar a América.
Hoje, dificilmente existe uma discussão sobre futebol sul-americano sem que o Flamengo esteja entre os principais protagonistas.
4 River Plate – 4 títulos e 3 vices
O River Plate está entre os clubes mais respeitados da América e não é por acaso: suas conquistas na Libertadores misturam tradição, organização e momentos épicos.
Com títulos em 1986 e 1996, o clube já mostrava sua força ainda nos tempos em que a competição era extremamente física e disputada em estádios intimidadores.
Mais tarde, em 2015 e 2018, o River viveu uma nova era de ouro sob o comando de Marcelo Gallardo, que transformou o time em uma máquina tática, capaz de controlar jogos fora de casa e dominar adversários de diferentes estilos.
Aliás, a final de 2018 contra o Boca Juniors, disputada em Madrid, virou um dos capítulos mais emblemáticos da história do futebol mundial.
Por outro lado, os vices de 1966, 1976 e 2019 mostram como o River esteve presente em praticamente todas as eras da competição.
Apesar das derrotas, o clube construiu uma identidade extremamente forte na Libertadores, com uma torcida apaixonada e um estilo de jogo muito reconhecível.
Atualmente, o River se mantém competitivo e aparece regularmente como candidato ao título, o que reforça seu posto como potência continental e verdadeira referência no cenário argentino.
3 Peñarol – 5 títulos e 5 vices
O Peñarol é um dos clubes mais tradicionais da competição e seu impacto na história da Libertadores é gigantesco.
Logo nos primeiros anos, o time uruguaio dominou o continente com títulos em 1960, 1961 e 1966, construindo uma base sólida e mostrando um estilo de jogo extremamente competitivo.
Essas conquistas colocaram o Peñarol como um dos pioneiros do futebol sul-americano, sempre valorizando força física, imposição e muita intensidade.
Depois, em 1982 e 1987, o clube voltou ao topo com elencos aguerridos que marcaram gerações no Uruguai.
Além disso, o Peñarol acumula cinco vices (1962, 1965, 1970, 1983 e 2011), o que reforça ainda mais sua presença constante em finais.
Mesmo nas campanhas em que não ergueu a taça, o clube demonstrou enorme competitividade e uma tradição quase inigualável na América do Sul.
Hoje, o Peñarol continua sendo símbolo de futebol copeiro, estádio lotado e jogos decididos na raça, mantendo viva sua marca entre os maiores clubes do continente.
2 Boca Juniors – 6 títulos e 6 vices
O Boca Juniors carrega uma das histórias mais ricas e intensas da Libertadores, com campanhas que marcaram gerações e títulos que elevaram o clube ao status de lenda.
Os campeonatos conquistados em 1977 e 1978 abriram caminho para uma trajetória de sucesso que se consolidou com as conquistas de 2000, 2001, 2003 e 2007.
Durante essa época, o Boca virou sinônimo de futebol imponente, defesa sólida e jogadores decisivos, com nomes como Riquelme, Palermo e Tévez entrando para o imaginário do continente.
A Bombonera, inclusive, virou palco de noites épicas e virou praticamente um personagem da competição.
Além disso, os seis vices (1963, 1979, 2004, 2012, 2018 e 2023) deixaram claro que o clube está sempre brigando no topo, independentemente da geração.
Mesmo quando não levanta a taça, o Boca mostra intensidade, raça e uma identidade muito forte dentro da Libertadores.
Além do mais, o clube é um dos maiores representantes da mística sul-americana, com uma das torcidas mais apaixonadas do mundo e uma camisa que pesa contra qualquer adversário. Não por acaso, sempre entra no debate dos maiores clubes do planeta.
1 Independiente – 7 títulos
O Independiente reina absoluto na história da Libertadores e ninguém chegou perto de derrubar esse império até hoje. Seus sete títulos — conquistados em 1964, 1965, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1984 — formam uma sequência de feitos praticamente inalcançáveis no futebol moderno.
Aliás, o clube venceu todas as finais que disputou, o que lhe rendeu o apelido de “Rei de Copas”, um dos mais icônicos do continente.
Durante essas décadas, o Independiente apresentou elencos extremamente técnicos e inteligentes, além de um ambiente muito forte jogando em Avellaneda.
Além disso, a força histórica do clube permanece viva mesmo sem novas conquistas recentes.
A mística do Independiente se mantém porque sua trajetória é construída sobre momentos lendários, jogos marcantes e jogadores inesquecíveis.
Ainda hoje, quando alguém fala nos maiores campeões da Libertadores, o Independiente aparece imediatamente no topo, representando tradição máxima, respeito absoluto e uma herança que segue influenciando o futebol sul-americano. É o gigante que ninguém conseguiu derrubar.
Os gigantes da América
Quando analisamos todos esses clubes juntos, fica claro por que eles formam o grupo dos maiores campeões da Libertadores.
Cada um deixou sua marca com títulos emblemáticos, campanhas vibrantes e histórias que atravessaram gerações.
Além disso, muitos deles seguem competitivos até hoje, o que torna a competição ainda mais emocionante a cada edição.
Agora que você conhece esse ranking completo, vale compartilhar com outros fãs de futebol e continuar acompanhando esses gigantes que moldam o continente ano após ano.
Afinal, a Conmebol Libertadores continua sendo um palco onde lendas nascem, recordes caem e a paixão do torcedor fala mais alto do que tudo.
E o mais emocionante é que o clube que levanta essa taça ganha a chance de encarar o mundo no torneio máximo entre continentes.
Por isso, se você quiser ver até onde esses gigantes vão depois da glória sul-americana, confira também os campeões do Mundial de Clubes e descubra quem transformou o sonho continental em conquista global.














Eu não perguntei os 12 eu perguntei os 10
Mas eles tinham que de qualquer jeito incluir o flamengo